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A PROSTITUIÇÃO NA ANTIGUIDADE CLÁSSICA

Sabrina dos Santos Carneiro

(Bolsista)

(ver currículo Lattes)

Biênio:
Projeto 27876 - SISPROJ-UEA                 Tipo: PAIC - programa de apoio à iniciação científica
vigência 01/08/2020 - 31/07/2021         Financiamento: FAPEAM
 
Projeto 31508 - SISPROJ-UEA                 Tipo: PAIC - programa de apoio à iniciação científica
vigência 01/08/2021 - 31/07/2022         Financiamento: FAPEAM 

 

RESUMO
Para Horácio, ninguém que recorre à uma prostituta pode queixar-se de ser enganado, elas são as criaturas mais justas da terra: oferecem prazeres a um preço justo e sem sofrimentos para quem os procura. E mais, era preferível o sexo com prostitutas ao de mulheres casadas: pois estas não ofereciam riscos a integridade física, nem a integridade moral – é que, em Roma, o adúltero apanhado em flagrante delito tinha a sua sorte entregue nas mãos do marido atraiçoado: podia ser castigado publicamente, vilipendiado, castrado e em último caso, morto. Entretanto, mesmo na segurança do amor de prostituta, há inseguranças, e Horácio demonstra-as a fim de que sejam evitados. Na segunda etapa, a investigação avançou do discurso apologético horaciano e reteve-se na crítica de Plauto à sociedade: numa espécie de discurso heurístico, Plauto demonstrou aos romanos que as prostitutas eram ardilosas e cordiais por necessidade de sobrevivência, culpa de uma sociedade depravada e desregrada pela liberalidade dos costumes, que relegava muitas mulheres à margem social. Embora possa parecer que fossem opressoras, é ao contrário, no geral, trata-se de mulheres oprimidas, muitas vezes escravas, prestando um serviço que não exigia muito do homem, senão uma quantia de dinheiro – e é aí que alguns homens se deixaram enganar. 

 

 

 

RESULTADOS ALCANÇADOS

 

um resumo expandido em Anais de Evento e uma trabalho de conclusão de curso em andamento*:

cinco artigos/temas ainda não foram publicados, nem apresentados ao público.

 
 
APRESENTAÇÕES EM EVENTOS
  • Da visão Epicurista e Apologética: os pilares da prostituição nas Sátiras de Horácio, na XIII Semana de Letras, em Maio de 2022;
  • A realidade “axiomática” das escravas prostitutas em Roma através de um negativo de Plauto (Rudens), na III Semana Internacional de Estudos Clássicos do Amazonas, em Junho de 2022;